Equipa britânica no seu melhor na batalha de meio de época, em Cascais.
Ao terminar cinco regatas nos três primeiros lugares nas oito regatas realizadas, os britânicos mostraram que não vieram para brincar no Act 4 das Extreme Sailing Series, que decorre em Cascais. Bom vento e mar chão criaram as condições perfeitas para os barcos levantarem vôo e para a equipa da INEOS Rebels UK navegar a grande velocidade, terminando o dia no terceiro lugar.
No entanto, foi sem surpresa que os suíços terminam o primeiro dia no primeiro lugar. Arnaud Psarofaghis comandou a sua equipa do Alinghi à vitória, após voarem até ao primeiro lugar em quatro regatas e só com uma presença fora do pódio nas restantes.
Com condições tão inconstantes como desafiantes, com grandes rajadas a empurrarem os barcos pela baía de Cascais, este dia foi um baptismo de fogo para o Team Portugal. A estreante equipa composta maioritariamente por jovens velejadores das áreas de Lisboa e Algarve nunca tinham competido nos GC32. Com os velejadores do Clube Naval de Cascais Bernardo Loureiro e Henrique Brites na equipa, tendo como mentor o profissional Luís Brito e reforçada por Adam Piggott, com experiência nas Series, a equipa encarou a difícil prova com determinação, terminando com 51 pontos.
“Uma vez que não havia velejadores portugueses com experiência disponíveis, a ideia seguinte foi juntar velejadores jovens que, esperemos, mais tarde continuem neste tipo de barcos com foils, barcos que voam. Juntamos um velejador do Algarve e dois de Cascais, com o objectivo de lhes dar conhecimento e know-hom para continuar a navegar neste tipo de embarcações. Cascais é a capital da vela portuguesa e estarmos aqui a representar o país na Extreme Sailing Series é uma responsabilidade muito grande. É um enorme prazer para todos, nomeadamente para os mais jovens que estão ansiosos, que têm alguma expectativa em termos de resultado e é um desafio muito grande”, afirmou Luís Brito, antes de concordar com a ideia de ter uma equipa portuguesa a competir nas Series a tempo inteiro: “Seria uma excelente ideia, com uma condicionante na minha opinião: dentro de uma equipa mais profissional do que esta, manter jovens para podermos continuar o projecto. Vamos trabalhar para ter uma equipa, mas uma de continuidade, não pensar a um ano, mas a quatro, cinco anos.”

O segundo dia de prova, amanhã, tem início previsto às 14 horas, com a previsão de aumento do vento. “Para nós, não facilita, porque mais vento implica manobras mais rápidas, implica estar mais desperto dentro do barco e as equipas com mais experiência vão tirar partido disso. Mas o nosso objectivo segue o mesmo: melhorar, melhorar, melhorar e vamos continuar a dar o nosso melhor e deixar alguns barcos atrás de nós em cada regata”, adiantou Luís Brito.
Nos Flying Phantom a dupla portuguesa José Caldeira e Hélder Basílio teve uma excelente prestação, ficando sempre no top 4 nas seis regatas disputadas, terminando o dia no 3º lugar da classificação geral. Em primeiro lugar está o Idreva Zephyr Foiling (FRA) de Charles Hainneville.
Os resultados completos do primeiro dia do Act 4, estão disponíveis em https://www.extremesailingseries.com/results
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