Clube Naval de Cascais 80 years

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Vela Adaptada - Historial

HISTORIAL

Todas as segundas, quartas, quintas e sábados o cais do Clube Naval de Cascais tem outra animação. Prepara-se mais um dia em que os cidadãos portadores de deficiência podem praticar vela.

escolhaA ideia chegou num barco vindo da Galiza, tripulado por deficientes motores em 2004. O Clube Naval de Cascais, a Cercica, e a Câmara Municipal de Cascais acolheram a ideia de imediato. Era, pois, necessário desenvolver esta actividade em Portugal pelo seu potencial lúdico, terapêutico e desportivo seguindo na esteira do que já se fazia na Inglaterra, EUA e Austrália e que começa agora a ter alguma expressão na Europa.

Foram, então, unidos esforços, consagrados num protocolo tripartido: a Câmara Municipal de Cascais deu o seu apoio institucional e financeiro estável; a Cercica ofereceu as coordenadas técnicas aplicáveis e emprestou dois semi-rígidos que estavam parados e que agora servem de embarcações de apoio e segurança; o Clube Naval de Cascais tratou da parte técnica e monitorizou e formou os nautas, recorrendo a muitos voluntários e alguns profissionais, além de conceber o pontão de apoio e adquirir as embarcações Access.

DSC 0076Por definição, um cidadão deficiente faz o mesmo mas precisa de mais tempo. É só essa a diferença. Por essa razão decidimos chamar o projecto de Vela Sem Limites

Os patrocinadores têm sido fundamentais para o sucesso do projecto e, desde o primeiro dia a Seth, a Lindley, a SIC Esperança e a Plastimo, este ultimo através do fornecimento de equipamentos, têm-nos apoiado sem hesitação. A estes juntaram-se recentemente a Administração do Porto de Lisboa e a BRISA, que apoia os encontros anuais, que vão já na sua décima primeira edição em 2017!

E não se trata só de apoios monetários. Temos muitos e variados apoiantes, pois todas as ajudas são bem vindas como, por exemplo, o apoio da Garland no transporte subsidiado das embarcações Access da Inglaterra e da Holanda, ou dos Escuteiros do Estoril com voluntariado para os nossos eventos.

Esta iniciativa depende da responsabilidade social, que apesar das crises económicas e vários apertos a que estamos sujeitos, continua bem presente na mente de muitos, felizmente!

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Os barcos – da Classe Hansa – adaptados a pessoas com condicionamentos físicos, são uma excelente escola.
Dos nove disponíveis no Clube Naval de Cascais, um está preparado com motores eléctricos para ser utilizado por tetraplégicos. Técnica esta comprovada pela travessia do Canal da Mancha realizada com comando do leme e da escota por sopro da tripulante feminina, ou a volta às Ilhas Britânicas pelo GeoffHolt, tetraplégico, num trimaran da Classe Challenger.

Existem uns 80 Hansa em Portugal, no entanto, apenas um número reduzido se encontra em actividade regular. Não é apenas o Clube Navais de Cascais que navega sistematicamente. Dezasseis Clubes do Continente e Ilhas já começaram a aumentar a sua actividade, não só lúdica como também desportiva. Todos os anos, a Associação da Classe Access organiza 3 regatas oficiais para seleccionar as equipas que representam o país.

A Associação Portuguesa da Classe Access (APCA) está empenhada na maior divulgação da Vela Adaptada, através de empréstimos gratuitos de barcos Access e de equipamento auxiliar e no apoio na organização de eventos.

Em termos de competição, nos últimos três anos, a APCA tem fomentado a organização de regatas em barcos Access 2,3 para a selecção dos melhores velejadores para a equipa representante de Portugal em campeonatos internacionais.

A Vela sem Limites do Clube Naval de Cascais compõe-se, não só, de velejadores regulares (cerca de 100) como, também, daqueles que vêm experimentar a vela adaptada nos Encontros (cerca de 50 por ano), e ainda de 20 voluntários, que ajudam regularmente em todas as sessões, e de 4 monitores profissionais. 

DSC 0089 voluntáriosOs voluntários são particularmente importantes, pois recebem os velejadores, tratam da estatística e organização, preparam e vestem os coletes, aparelham as embarcações e, através da grua, colocam os velejadores nos Access.

Existem dificuldades, evidentemente, mas o voluntariado e a vontade tudo ultrapassa. A procura é maior que a oferta e, se mais meios existissem, maior seria o desenvolvimento desta modalidade. 

Assim, pouco a pouco, vamos ultrapassando os obstáculos: por exemplo este ano vamos inaugurar um 4º cais flutuante, especificamente concebido para a prática da vela adaptada.

 

Esta actividade crescente reflecte-se na estatística, desde 2005 realizámos:
o Mais de 1400 sessões,
o Com 14000 saídas a vela,
o Apoiado por mais de 13000 presenças de voluntários e profissionais!

Hoje em dia calcula-se que 10% da população europeia seja portadora de deficiência, e a vela adaptada corresponde, em pleno, a essa população, oferecendo possibilidades de actividade lúdica e terapêutica, assim como o estudo e utilização de conhecimentos náuticos para um melhor desempenho e, até mesmo, para um pouco de aventura. Todos os aspectos são muito importantes na vida de qualquer pessoa e, particularmente, dos Portugueses à beira-mar plantados!


Descrição: 4A ideia chegou num barco vindo da Galiza, tripulado por deficientes motores em 2004. O Clube Naval de Cascais, a Cercica, e a Câmara Municipal de Cascais acolheram a ideia de imediato. Era, pois, necessário desenvolver esta actividade em Portugal pelo seu potencial lúdico, terapêutico e desportivo seguindo na esteira do que já se fazia na Inglaterra, EUA e Austrália e que começa agora a ter alguma expressão na Europa.

Foram, então, unidos esforços, consagrados num protocolo tripartido: a Câmara Municipal de Cascais deu o seu apoio institucional e financeiro estável; a Cercica ofereceu as coordenadas técnicas aplicáveis e emprestou dois semi-rígidos que estavam parados e que agora servem de embarcações de apoio e segurança; o Clube Naval de Cascais tratou da parte técnica e monitorizou e formou os nautas, recorrendo a muitos voluntários e alguns profissionais, além de conceber o pontão de apoio e adquirir as embarcações Access/Hansa.

Descrição: 3Por definição, um cidadão deficiente faz o mesmo mas precisa de mais tempo. É só essa a diferença. Por essa razão decidimos chamar o projecto de Vela sem Limites.

Os patrocinadores têm sido fundamentais para o sucesso do projecto e, desde o primeiro dia a Seth, a Lindley, a SIC Esperança e a Plastimo, este ultimo através do fornecimento de equipamentos, têm-nos apoiado sem hesitação. A estes juntaram-se a Saúde Prime, OZ Energia, Millenium BCP, Mitsubishi e a Brisa que apoia os Encontros anuais, que vão já na sua décima primeira edição em 2017!

E não se trata só de apoios monetários. Temos muitos e variados apoiantes, pois todas as ajudas são bem vindas como, por exemplo, o apoio da Garland no transporte subsidiado das embarcações Access da Inglaterra e da Holanda, ou dos Escuteiros do Estoril com voluntariado para os nossos eventos.

Descrição: 3Esta iniciativa depende da responsabilidade social, que apesar das crises económicas e vários apertos a que estamos sujeitos, continua bem presente na mente de muitos, felizmente!

Os barcos – da Classe Hansa – adaptados a pessoas com condicionamentos físicos, são uma excelente escola. Dos nove disponíveis no Clube Naval de Cascais, um está preparado com motores eléctricos para ser utilizado por tetraplégicos. Técnica esta comprovada pela travessia do Canal da Mancha realizada com comando do leme e da escota por sopro da tripulante feminina, ou a volta às Ilhas Britânicas pelo GeoffHolt, tetraplégico, num trimaran da Classe Challenger. 

 

Descrição: 12Existem uns 80 Hansa em Portugal e não é apenas o Clube Navais de Cascais que navega sistematicamente. Dezasseis Clubes do Continente e Ilhas já começaram a aumentar a sua actividade, não só lúdica como também desportiva. 

A Associação Portuguesa da Classe Access (APCA) está empenhada na maior divulgação da Vela Adaptada, através de empréstimos gratuitos de barcos Access e de equipamento auxiliar e no apoio na organização de eventos. 

Em termos de competição, nos últimos oito anos, a APCA tem fomentado a organização de regatas em barcos da classe Access/Hansa para a selecção dos melhores velejadores para a equipa representante de Portugal em campeonatos internacionais, através da organização de três regatas oficiais.

Descrição: 7A Vela sem Limites do Clube Naval de Cascais compõe-se, não só, de velejadores regulares (cerca de 100) como, também, daqueles que vêm experimentar a vela adaptada nos Encontros (cerca de 50 por ano), de 20 voluntários, que ajudam regularmente em todas as sessões, e ainda de 4 monitores profissionais. 

Os voluntários são particularmente importantes, pois recebem os velejadores, tratam da estatística e organização, preparam e vestem os coletes, aparelham as embarcações e, através da grua, colocam os velejadores nos Access. Existem dificuldades, evidentemente, mas o voluntariado e a vontade tudo ultrapassa.

A procura é maior que a oferta e, se mais meios existissem, maior seria o desenvolvimento desta modalidade. Assim, pouco a pouco, vamos ultrapassando os obstáculos: por exemplo este ano vamos inaugurar um 4º cais flutuante, especificamente concebido para a prática da vela adaptada na Doca de Belém.

Descrição: 9Esta actividade crescente reflecte-se na estatística, desde 2005 realizámos em Cascais:
o Mais de 1400 sessões,
o 14000 saídas a vela,
o Apoiado por mais de 13000 presenças de voluntários e profissionais!

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